Stranger Things 5: As 6 Revelações Mais Chocantes do Novo Documentário da Netflix (Bastidores Caóticos e o Destino de Eleven!)

Introdução

Se você achou que as emoções de Stranger Things tinham acabado com o final da série, pense de novo. A Netflix acaba de lançar uma nova peça fundamental para o quebra-cabeça de Hawkins: o documentário de bastidores “One Last Adventure: The Making of Stranger Things Season 5”.

Poucas séries na história da TV tiveram o impacto cultural que essa obra-prima dos anos 80 teve. De muitas formas, Stranger Things definiu a era do streaming como a conhecemos. Isso colocou uma pressão titânica sobre a 5ª temporada: como encerrar quase uma década de mistérios, monstros e nostalgia de forma satisfatória?

O novo documentário, filmado durante a produção, não esconde a sujeira debaixo do tapete. Pelo contrário, ele expõe o caos, as brigas criativas e os segredos que explicam algumas das reviravoltas mais polêmicas do final. No Frames Ocultos, dissecamos as maiores bombas que “One Last Adventure” soltou no colo dos fãs.


🎬 1. O Final Começou a Ser Filmado SEM Roteiro Pronto!

Essa é, de longe, a revelação mais controversa e preocupante. O documentário confirma que as câmeras começaram a rodar para o series finale antes mesmo de a história estar concluída no papel.

Em um momento de sinceridade brutal, a assistente de produção Montana Maniscalco diz: “Estamos filmando o episódio 8, que ainda não está completamente escrito — alerta de spoiler! Então, nem nós sabemos exatamente o que está acontecendo.”

Matt Duffer admitiu que o roteiro foi escrito sob “as circunstâncias mais difíceis que já enfrentamos”. E o problema não era apenas a pressão criativa de entregar um bom texto. Segundo Matt, havia muito “ruído” externo. Eles estavam sendo martelados pela produção e pela própria Netflix para entregar o episódio final. Os Irmãos Duffer passaram mais tempo debatendo o episódio 8 com os roteiristas do que qualquer outro capítulo, o que explica por que o final se tornou tão divisivo entre a crítica e os fãs.


🧠 2. Guerra Civil dos Duffer: Eleven Deveria Morrer?

Nós sabíamos que o destino de Eleven (Millie Bobby Brown) era um tópico quente entre os fãs, mas não sabíamos que os próprios criadores estavam em desacordo! O documentário mostra filmagens da sala de roteiristas com um debate acalorado inspirado pelo episódio 7.

A divergência era clara:

  • Matt Duffer: Sentia que não havia caminho para a história terminar com Eleven viva. Para ele, o sacrifício era o único desfecho lógico.
  • Ross Duffer: Discordava veementemente.

O resultado desse embate fraternal foi aquele final estranhamente ambíguo, estilo “escolha sua própria aventura”, que deixou metade do fandom aliviado e a outra metade confusa. Agora sabemos que essa ambiguidade nasceu de um impasse real entre os criadores.


👾 3. O Debate Sobre os Monstros: “Fadiga de Demogorgon”

Houve também uma grande discussão sobre o bestiário do Abismo. O roteirista Paul Dichter argumentou que seria “loucura” não ter outros monstros — especificamente Demogorgons — vagando pelo Abismo na reta final.

No entanto, a roteirista e produtora executiva Kate Trefry trouxe um ponto interessante: o medo da “Fadiga de Demo” (Demo fatigue). Eles temiam que o público já estivesse cansado dos clássicos monstros “boca de flor”. Por isso, os Duffers optaram por focar na nova forma monstruosa e física do Devorador de Mentes (Mind Flayer). “A coisa legal é o monstro gigante — isso é o que há de novo,” explicou Matt. Eles sentiram que a cena “MAC-Z” já havia entregue o horror dos Demogorgons que precisavam.


💀 4. A Árvore da Dor (The Pain Tree)

Para os fãs de lore e geografia do Mundo Invertido, finalmente temos um nome oficial para a base de operações do Vecna. Aquele local grotesco dentro da caixa torácica da criatura Devorador de Mentes, no Mundo Invertido, é chamado de “The Pain Tree” (A Árvore da Dor).

O nome faz todo sentido temático e narrativo: Vecna usava essa estrutura originalmente para gerar e colher dor, mas na reta final, ele a utilizou como um canal para transportar a consciência das crianças para Camazotz. É um detalhe macabro que enriquece a mitologia do vilão.


🔫 5. Finn Wolfhard Exigiu uma Arma (e Virou Piada Interna)

Se você achou engraçado Mike Wheeler receber uma arma sinalizadora (flare gun) no final, saiba que isso foi uma piada meta-linguística. Matt Duffer revelou que o desejo de Mike de participar da ação foi moldado pelos pedidos do próprio ator, Finn Wolfhard.

Matt conta: “O Finn ficava tipo: ‘Não me dê um castiçal, por favor.’ O que é justo. Ele queria muito uma arma de verdade, e eu fiquei tipo ‘Acho que não.'”

Isso acabou virando um ponto da trama no final da 5ª temporada. Quando Mike recebe a pistola sinalizadora, a diversão do restante do elenco é genuína, pois todos sabiam o quanto Wolfhard tinha “buzinado” no ouvido dos diretores para não ser o garoto inútil na luta final novamente.


👩‍🚒 6. A Ascensão de Karen Wheeler

É um tropo clássico dos filmes dos anos 80: a mãe suburbana que se revela uma guerreira feroz (pense em Aliens ou Poltergeist). Stranger Things tradicionalmente usou Joyce Byers (Winona Ryder) nesse papel, mas a 5ª temporada finalmente deu a Karen Wheeler (Cara Buono) seu momento de brilhar.

Os Duffers revelaram que planejavam um ataque à casa dos Wheeler há anos, mas sempre adiavam. Agora, eles queriam mostrar de onde Nancy puxou sua coragem. Ao transformar Karen em uma heroína de ação protetora, a série fechou o ciclo da família, provando que a ferocidade corre no sangue dos Wheeler.


E você, nerd? O que achou dessas revelações? O fato de terem filmado sem roteiro finalizado justifica os problemas do último episódio? E quem você acha que estava certo sobre a Eleven: Matt (ela deveria morrer) ou Ross (ela deveria viver)?

Continue lendo: Stranger Things 5: O Guia Definitivo do Final (Com Todos os Spoilers e Teorias Vazadas!)

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